Histórias Escritas com Giz, de Vitor Biasoli, nos coloca dentro de uma sala de aula e no turbilhão do ativismo de um professor do Magistério Estadual do Rio Grande do Sul entre os anos de 1978 e 1991. Nesse contexto, o design do livro seguiu o universo escolar, com tipografia afetiva remetendo à escrita com giz, e jornalístico, usando recortes na capa, evocando a ideia de registro e memória.